terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mais um ABSURDO SUSTENTÁVEL?

Quando as imagens dizem mais que MIL PALAVRAS?
Quando a SUSTENTABILIDADE é mero JOGO  de PALAVRAS.
Clique nas imagens para ampliar

Quando as imagens dizem mais que MIL PALAVRAS?
Quando a SUSTENTABILIDADE é mero JOGO de PALAVRAS.
Clique nas imagens para ampliar

Quando as imagens dizem mais que MIL PALAVRAS?
Quando a SUSTENTABILIDADE é mero JOGO de PALAVRAS.
Clique nas imagens para ampliar

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Ganância

A ganância dos nossos representantes provoca a calamidade nas cidades, quando as parcerias privadas com as esferas públicas formam as tais “Forças Ocultas” e transformam os Planos Diretores, favorecendo os “Queridos Interesses dos Amigos”.

Esta atitude na defesa da ganância conta com a participação de Vereadores, Prefeitos, Empresários desonestos e ONGs chapa branca.

Na realidade, este domínio dos interesses privados e individuais acentua cada vez mais as precárias condições de saneamento, a destruição contínua da paisagem e do Patrimônio Cultural, sempre com o disfarce de geração de empregos.

O déficit de cidadania dos eleitores, também é usado como combustível na destruição das cidades, um golpe certeiro de “boas intenções”, fórmulas mágicas no caldeirão da ganância. A avidez e cupidez desatrelados da realidade local geram um mercado favorável para parcerias frugais com o mercado, promovendo um “desenvolvimento” para o bolso de alguns.

É também o mesmo déficit de cidadania que permite a nossos representantes acreditar que depois dos votos não precisam mais dar satisfação dos seus atos.

Este vício de nossos governantes, provocado pelo vácuo de cidadania, facilita que a administração pública seja amplamente usada como mecanismo sem limites de cooptação e negociatas para a ampliação dos negócios privados.

Como o ambiente político é totalmente corrompido, o que termina valendo é o dinheiro e a capacidade de produzir dinheiro para si, invariavelmente produzindo nas cidades uma espécie de dilúvio: solo arrasado, esgotado, sujo, com órgãos públicos atolados em dívidas, mas com políticos abastados em pouco tempo de serviço público.

A desfaçatez e cara de pau são tamanhas, que muitos se perguntam:
Será que um dia a natureza vai aceitar a existência do homem?

Nós acreditamos que sim, mas, contudo será preciso reerguer as cidades, revitalizar aquilo que os “maus” liquidaram, principalmente numa terra arrasada como a da Região Metropolitana de São Paulo; onde o seu grande patrimônio atual é o “cheiro de merda” conseqüência direta da ganância.

Esperamos que o cheiro de merda seja suficientemente forte a ponto de incomodar o poder.

Este cheiro, presente há séculos, ainda não foi capaz de transformar a consciência dos moradores e formadores de opinião dos bairros ditos privilegiados, dos moradores dos Alphavilles e bairros nobres, Jardins e Morumbis que convivem com o fedor na beira dos rios Tietê, Pinheiros e córregos afluentes.



Pobre São Paulo milionário, favelado e fedido.




terça-feira, 19 de julho de 2011

Pela segunda vez audiência pública em Embu das Artes é derrubada pelo judiciário.

Liminar judicial proferida pela Dra. Denise Cavalcante Fortes Martins, Juíza de Direito da 3ª Vara do Fórum da Comarca de Embu, suspende a realização do que seria a última Audiência Pública de revisão do Plano Diretor da cidade. A Liminar declara irregularidades no processo, visto que a Prefeitura de Embu não atendeu ao procedimento legal para a condução da revisão do Plano Diretor da cidade. A Juíza indicou que nenhuma outra Audiência Pública deve ser agendada até o final do julgamento da ação principal ou de nova ordem judicial, pois a liminar anterior está mantida, já que o processo está ilegal e permanecem os mesmos vícios.
Entraram novamente com o pedido da Liminar entidades da sociedade civil organizada, que questionam a forma como o processo está sendo conduzido pela Prefeitura. A Liminar acata o parecer do Ministério Público que indica que a Prefeitura não deu a devida publicidade, não seguiu o cronograma divulgado para a revisão do Plano Diretor, não divulgou as regras para a participação durante a Audiência Pública, não apresentou previamente os estudos e análises aos Conselhos da cidade, e está atropelando o processo ao convocar a Audiência Pública juntamente com o Legislativo, sem dar tempo para as análises técnicas aprofundadas que um Plano Diretor exige.
A Minuta do Plano Diretor de Embu das Artes requer estudos técnicos e escolhas baseadas em cenários futuros. As decisões tomadas devem privilegiar a vocação da cidade, o bem-estar coletivo, e não aos interesses e especulação imobiliária que beneficiam poucos, pois o poder público deve servir ao povo. A sociedade civil tem direito à voz e pede tempo para que o Plano Diretor seja analisado com profundidade!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nova lei ambiental orgânica no Embu das Artes ameaça a APA

Há uma lei ambiental municipal, a Lei 1697, citada na Lei Orgânica do Município, portanto, uma Lei em vigor. No entanto, numa perda de tempo incalculável, o secretario João Ramos levou, anos a fio elaborando uma nova lei ambiental, para substituir a 1697, em detrimento de sérias questões ambientais, durante as reuniões do COMAM.  Por quê? Porque a eficiente Lei 1697, que favorece o meio ambiente, não interessa. A Lei 1697 estabelece que todos os projetos de obras devem ser levados para discussão e deliberação no Conselho, o que nunca foi feito. Precisa de uma lei que seja maleável, para acabar com os recursos naturais de Embu. Precisa de uma lei que confunda, mesmo porque os conselheiros não gostam de tomar conhecimento de leis. A nova lei, no seu papel de confundir, cria dois Conselhos, dois Fundos e dois COMAMs, porque a Lei 1697 não está morta. De qualquer maneira, mesmo existindo leis, porque o meio ambiente não depende somente de leis municipais, mas também, de leis estaduais e federais, nenhuma lei é respeitada, haja vista a atividade criminosa, aprovada pela secretaria do meio ambiente, para aterrar nascentes, rios e córregos, como atesta o tráfego pesado de caminhões trazendo terra de outros municípios, o que o § 1º do Art. 183, da Lei Orgânica de Embu, proíbe. Até a terra do canteiro que está sendo aberto na Avenida Francisco Morato está sendo trazida para aterrar o manancial de Embu. Caminhões ficam estacionados nas ruas paralelas à Avenida Jorge João Saad para carregar terra e outros resíduos que serão despejados em nossas nascentes deteriorando criminosamente a Estância Turística, a cidade que pretende ser "das Artes".  A população só vai acordar quando faltar água nas torneiras, porque o rio Embu-Mirim é o mais importante rio que abastece a Represa do Guarapiranga. Não correndo o rio-esgoto para a represa, a capacidade dela será tremendamente afetada.

A nova lei, do secretario João Ramos agride não somente o meio ambiente, como as mais simples noções de gramática. A perda de valores, em todos os níveis, é de entristecer. Nem mesmo a nossa nobre Língua Portuguesa escapa do desleixo. E pensar que já houve dias em que as leis eram peças da mais alta importância, onde estava plenamente assegurada a excelência do idioma! Inúmeras vezes e de forma incansável, o Professor Cagnin alertou para a falta de conteúdo, em todos os níveis, da nova Lei João. A lei 1697 necessitava, apenas, de poucos ajustes e correções.

O festival de ações negativas no COMAM, como bem atesta o sr. Leandro Dolenc, da Sociedade Ecológica, prosseguirá, o que se denota pelas decisões tendenciosas, às quais se refere o sr. Leandro, quando comenta que, 4 das 10 cadeiras da sociedade civil pertencem a uma mesma entidade.  Por quê várias outras entidades, atuantes pelo bem-estar e qualidade de vida do município ficaram de fora? Porque não interessa a defesa ambiental de Embu, um município que poderia muito bem se desenvolver respeitando a sua vocação de Estância Turística e área de manancial.

De que servem "workshops" e debates para o desenvolvimento do Turismo no Conisud, se o turismo não é priorizado, como é esperado de uma Estância Turística?  Só não se sabe como o sr. Leandro vai, como ele mesmo diz, "envidar esforços para fazer um bom trabalho" sobre uma base cambaleante e tendenciosa.

Do nosso lado, envidamos esforços muitos anos e todos foram baldados, pois, no Conselho do Meio Ambiente, presidido pelo secretario João Ramos, é proibido levar problemas, crimes ambientais e toda sorte de ameaças aos recursos naturais de Embu. Essas questões são terminantemente proibidas e aquele que insistir recebe a determinação, do secretario, de escrever um documento e protocolar na praça de atendimento da prefeitura. Para qual finalidade não se sabe, porque nenhuma ação, nenhuma providência é tomada.

No Conselho do Meio Ambiente, de Embu, portanto, não são discutidas e implementadas ações de proteção e preservação dos recursos naturais do município. Tampouco, nenhum projeto nesse sentido. De modo que, muitos esforços seriam poupados se esse Conselho ambiental nem existisse, porque dele não sai nenhuma discussão, nenhuma deliberação, nenhum projeto que vise a proteção e preservação dos recursos naturais de Embu, o que é de fácil comprovação. O próprio Conselho não conseguirá relacionar ações de proteção e preservação dos nossos recursos naturais, mas tão somente relação de aterros e derrubada de matas para dar lugar a aterros.

Ou a situação muda efetivamente, ou Embu será somente mais uma Carapicuíba, Diadema, Mauá e tantas outras e a razão pela qual as pessoas buscaram, escolheram o município para viver e ter qualidade de vida desaparecerá. Embu será apenas uma triste lembrança do passado. Que façam bom proveito os que primam, influenciam e colaboram para a destruição do município.
Lucila P. de Moura - Presidente
ASSOCIAÇÃO IBIOCA NOSSA CASA NA TERRA - Entidade Ambientalista

quarta-feira, 15 de junho de 2011

EMBU pede SOCORRO

... descaracterizar a cidade colonial, a Estância Turística de Embu.

Da forma que as coisas estão caminhando farão de Embu um Pólo Industrial!

Também estão com projetos prontos, para construir prédios em áreas de matas!

Imaginem! Uma Estância Turísticas com edifícios!

A Água Que Abastece a Capital e Grande São Paulo Sobreviverá?

Água – o que fazer sem essa fonte da vida?



Ameaças concretas põem em risco a água que abastece a Capital e os municípios da grande São Paulo. O principal rio que abastece a Guarapiranga, o rio Embu-Mirim, está ameaçado de desaparecer. Originário de Embu - a cidade que se diz das Artes – mas que só tem feito “artes”, com seu patrimônio natural, como o aterro de nascentes – o Embu-Mirim cumpre importante papel na vida de paulistas e paulistanos. Sem que se dê conta, uma população de cerca de três milhões de habitantes mal sabe que tem um rio que é o seu tesouro maior. Depende do manancial da Estância Turística de Embu, desde a hora que levanta até a hora de dormir. Poucos, porém, se dão conta disso, de que têm um tesouro a proteger, cuidar e preservar: um rio, que lhes diz grande respeito – o rio Embu-Mirim. Um dos grandes contribuintes da Represa do Guarapiranga, que abastece a capital. Localizado no simpático município Verde, na Estância Turística da era Colonial, na terra de M’Boy, o Embu-Mirim é um patrimônio de incalculável valor. Essa população não pode mais ignorar o que se passa. Precisa saber que é parte responsável para a sobrevivência do rio e a sua própria. Se os interessados no tesouro não tomarem a iniciativa o colapso no abastecimento de água, não será mais uma ameaça distante, pois se tornará escasso ou mesmo interrompido.


Embu, município produtor de água, em risco


Por conta do propalado progresso, que se configura, na atual conjuntura, um grande retrocesso, os administradores de Embu anseiam transformar o município em um Pólo Industrial. Edifícios, também, já estão sendo projetados. Grupos interessados em descaracterizar a cidade colonial, a Estância Turística de Embu, pressionam para mudar, radicalmente, a identidade de Embu. Grandes áreas de matas responsáveis pela fartura de água existente em Embu serão derrubadas para dar lugar a indústrias e edifícios. Sem matas as chuvas desaparecerão. A umidade será substituída pela estiagem e os rios, ribeirões e regatos secarão. Há, ainda, ribeirões e córregos em Embu que abastecem a Bacia do Baixo Cotia. Um município produtor de água, uma Estância Turística colonial, fundada pelos jesuítas, logo após o Descobrimento do Brasil, protegido pelas leis ambientais, em risco, devido ao descaso e falta de planejamento das autoridades municipais. As leis que protegem os mananciais estão sendo ignoradas.


A água é literalmente fonte de vida. Contudo, é um bem que não é perene. Ou os interessados, os consumidores que são abastecidos pela SABESP se mobilizam ou ficarão sem água. Portanto, eles, os consumidores, precisam saber que o abastecimento de água está ameaçado. Urge um posicionamento efetivo da coletividade ou o manancial que fornece água para as Represas desaparecerá.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Querem derrubar 30 árvores no miolo da Granja Viana

O MDGV - Movimento em Defesa da Granja Viana, enviou ofício nessa terça-feira(8) ao Secretário de Meio Ambiente de Cotia, Dr. Laércio Camargo, solicitando proteção para cerca de 30 (trinta) árvores, localizadas na Avenida São Camilo. Leia matéria completa no Portal VIVA!